
A indústria madeireira teve um faturamento 11,3% maior em fevereiro de 2011, em relação ao mesmo mês do ano anterior, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Tal crescimento supera a média das empresas do setor de transformação, com expansão da ordem de 10,5%. Esses dados demonstram o dinamismo do setor no Brasil, um dos principais países exportadores de produtos florestais.
Com a preocupação de um desenvolvimento sustentável, há também o avanço dos mercados e produtos que utilizam a madeira de reflorestamento. O eucalipto, que era utilizado basicamente na produção de carvão e celulose, passa a marcar presença também na serraria, na movelaria e na construção civil. Surgem ainda indústrias de compensados e novos produtos, como o MDF (medium density fiberboard) e o OSB (oriented strandboard).
Diante desse cenário, o engenheiro industrial madeireiro deve estar atento às novas tecnologias e às demandas de um mundo globalizado por inovações econômicas com menor impacto ambiental. O profissional deve ter uma formação ampla para atuar nas atividades de gerenciamento de processos de fabricação, na execução de projetos industriais, na manutenção e no desenvolvimento de produtos e equipamentos voltados para o setor.
O curso de Engenharia Industrial Madeireira do Câmpus de Itapeva oferece uma infraestrutura que reúne biblioteca, salas de aula, anfiteatro e diversos laboratórios: de informática, química experimental, física experimental, anatomia da madeira, química instrumental, mecânica dos fluidos, preservação da madeira, secagem da madeira, propriedades físicas e mecânicas da madeira, celulose e papel, mobiliário, serraria, afiação de ferramentas de corte, projetos industriais, processamento e usinagem da madeira, painéis e derivados da madeira.
Localização do curso facilita estágios e atividades
extracurriculares no meio empresarial |
Com esses recursos, o câmpus dá aos alunos a oportunidade de desenvolver pesquisas nas áreas de Controle Ambiental, Celulose e Papel, Processamento, Propriedades Físicas e Mecânicas da Madeira, Mobiliário, Aproveitamento de Resíduos, Otimização de Processos, Secagem e Preservação. Os estudos podem ser feitos com bolsas de programas da Universidade e de agências de fomento, sob a orientação dos professores. Em 2010, o curso recebeu quatro estrelas (de cinco possíveis) do Guia do Estudante, da Editora Abril.
A localização dessa unidade universitária é um atrativo para aqueles que buscam uma formação aliada à prática. Ela está situada na região sudoeste do Estado de São Paulo, em um polo industrial voltado para a produção de madeira, papel e celulose, madeira serrada, extração de resina e energia a partir da biomassa florestal. A região distingue-se ainda pelas áreas de reflorestamento.
Dentro desse contexto, os estudantes são estimulados a realizar estágios e atividades extracurriculares. Assim, vivenciam situações práticas e aplicam os conhecimentos adquiridos.
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