
A Engenharia Elétrica tem como seu objeto a energia elétrica e o eletromagnetismo, desde sua geração até a sua aplicação. Assim, o engenheiro eletricista pode atuar no planejamento e operação de sistemas elétricos, desde geração, transmissão e distribuição de energia. Ele também pode projetar e construir usinas e estações de geração de energia, bem como dar manutenção às redes de alta tensão.
O profissional também está habilitado para desenvolver circuitos eletrônicos para a transmissão por radiofrequência, por exemplo. Ele elabora ainda sistemas de automação e controle em linhas de produção industrial, e projeta circuitos integrados para sistemas de computação, telecomunicações e de entretenimento. E pode atuar na operação e manutenção de equipamentos em hospitais e clínicas.
Os interessados em cursar Engenharia Elétrica na Unesp têm a possibilidade de desenvolver pesquisas tecnológicas desde o começo da graduação, por meio do Programa Institucional de Bolsas para a Iniciação Científica (Pibic). O curso é oferecido em três cidades.
A Faculdade de Engenharia, Câmpus de Bauru, possui onze laboratórios com equipamentos modernos para os alunos desenvolverem pesquisas e atividades práticas relativas ao conteúdo teórico do curso. A graduação permite formação ampla e eclética, nas principais áreas de Engenharia Elétrica, como Sistemas de Energia, Automação e Controle, Eletrônica Digital e Analógica, Computação e Comunicações. Os estudantes podem participar do Ramo Estudantil IEEE (Institute of Electrical and Eletronics Engineers), dedicado ao avanço e à prática da Engenharia Elétrica; da Pro Junior, empresa júnior sem fins lucrativos que antecipa o contato com a profissão; e de intercâmbios internacionais.
Laboratórios garantem prática de conceitos e
estudantes podem fazer intercâmbio no exterior |
Em Guaratinguetá, já na graduação em Engenharia Elétrica, o estudante tem a possibilidade de cursar disciplinas em instituições estrangeiras e obter diploma com validade em dois países. O currículo enfatiza tanto eletrotécnica (sistemas de geração de energia) quanto eletrônica e tecnologia da informação. Além da pesquisa, o estudante é estimulado a realizar projetos de iniciação científica e extensão, como os promovidos no Centro de Energias Renováveis, no Laboratório de Eficiência Energética Industrial (Lamotriz) e no Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento de Dispositivos com Diamante (CVD).
A Engenharia Elétrica do Câmpus de Ilha Solteira possui um curso atualizado e estruturado para ser dinâmico, propiciando ao aluno formação sólida e abrangente, além de permitir que as inovações tecnológicas e científicas possam ser incorporadas rapidamente. Dispõe de dez laboratórios experimentais de ensino, quatro de simulação digital e dez laboratórios experimentais de pesquisa, nos quais os alunos desenvolvem projetos de Iniciação Científica. O desenvolvimento do espírito empreendedor é estimulado por meio da disciplina Empreendedorismo. Há oportunidades de intercâmbio e de realizar estágios em países do Mercosul, na França, na Itália, em Portugal e na Espanha.
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